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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

ZÉTE , O CHEFE #18

AS RAÇAS ALIENIGENAS EM CONTATO COM A TERRA 

VIII

Falae primatas!!! seu futuro líder supremo vem trazer novamente conhecimento além do seu entendimento!!! siga o mestre>>>

OS INSECTÓIDES:

São ets que tem semelhança com insetos da terra, como se fossem gafanhotos, vivem em um planeta na costelação de cancer, lá eles chamam os humanos de seres nojentos e repugnantes. lá nesse planeta barato é marido da barata, e ficar grilado é chingamento. Mas, vamos aos fatos:
Em muitos casos de abduções, as pessoas descreveram esses seres bizarros trajando vestes encapuzadas cintilantes e com uma grande inteligência. AS PESSOAS SE IMPRESSIONAM MUITO FÁCIL, OS CARA SÃO ABDUZIDOS POR GAFANHOTOS DRAGQUEENS  E JÁ FICAM: "NOSSA CARA SE VIU O BICHO E TALZ"...

Os Insectóides foram vistos muitas vezes dentro do quarto de pessoas(VISH, ESSE CASO AÍ É CONFUSÃO COM AS BARATA, MANO TEM CADA BARATA AQUI NA TERRA QUE PARECE ET) ou numa estrada de noite.  Já houve casos em que eles pulverizaram suas vítimas humanas com uma substância química"misteriosa"(COM CERTEZA SÃO DORGAS).
Algumas pessoas são hipnotizadas, eles  pessoas ficam em transe e ficam à mercê dos invasores. A hipnose induz a pessoa a ter alucinações, levando-os a acreditar que as criaturas são pessoas lindas, podendo assim cometer toda série de abusos com a vítima.(VELHO SE EU VEJO UM INSETÃO, E DEPOIS VEJO UMA MINA GATA, COM CERTEZA EU JÁ SEI QUE É BILADA CINO)  As pessoas que dizem ter sido levadas a bordo das naves, contaram que viram outros humanos lá dentro, homens mulheres e crianças passando por várias experimentações, como extração de DNA. É... TODO ET FAZ ESSA ZUERA COM OS HUMANOS, DEPOIS ELES INSEREM MEMÓRIAS MALUCAS EM VCS SÓ PRA VER VCS BUGAREM. 
Segundo o que as tiazinha fofoqueira do meu planeta contam, as intensoes dos insectóides com os humanos são simples, eles querem fazer mutações genéticas entre humanos e baratas colocar todo mundo num hospício só pra falar: "o barato é loko!"

Alguns dos fósseis mais antigos da Terra são grandes insetos, mosquitos de vários tipos e com asas grandes foram encontrados. Raças alienígenas podem ter fornecido algum tipo de assistência educação e tecnologia para os insetos antigos que existiam na Terra, possivelmente como parte de um experimento.(AÍ ESSES INSETOS VIRARAM OS POLITICOS DA TERRA). EU FIZ AMIZADE COM ALGUNS INSECTOIDES, PQ PRA MIM ELES SÃO TUDO BURRO, E EU EXPLORO A IGNORANCIA DELES PONDO ELES EM ALTAS CONFUSÕES(NARADOR DA SESSÃO DA TARDE). SEGUE ABAIXO IMAGENS DE ALGUNS "AMIGOS" MEUS:

ESSE AÍ É O PEDRÃO, MEU BRÓDER , ELE É FEIÃO  MAS É DE BOA

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MANO! ESSE CARA TAVA NUMA BALADA LOKO DE RAID  FALANDO QUE ERA UM COELHO, FICAMO AMIGÃO.
ESSE É O TONHÃO, USAVA INSETICIDA , MAS FEZ PROERD, HJ É CRENTE.


FUI! MEUS FÃS 
BUSQUEM CONHECIMENTO

MARCO ZERO: UM ROBO, UM DILEMA V

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PARTE V

O GRANDE AMANHECER 

Os humanos já previam o que poderia acontecer se às devidas precauções não fossem tomadas, mas mesmo assim eles ousaram arriscar. Seu amor pelo dinheiro foi sua ruína. no dia 26 de agosto de 2346 ocorreu uma poderosa e.m.c (ejeção de massa coronal) no sol. A tempestade solar foi tão forte que varreu noventa por cento da atmosfera da terra. Nós tentamos avisar os humanos, mas seus lideres mundiais diziam que era tudo conspiração, que os robôs estavam enganando os humanos para subjugá-los.
Nós construímos um abrigo emergencial no subterrâneo para salvar alguns deles, aqueles que acreditaram na nossa causa. Infelizmente o resto da humanidade, os animais e as plantas foram destruídos pela intensa radiação da tempestade solar e pelo calor da iluminação que a ejeção causou, foi como queimar formigas com uma lupa. Esse clarão foi chamado de o grande amanhecer por nossa espécie. Os humanos que restaram sofreram com a radiação, os transhumanos (maquinas que receberam mentes humanas) não suportaram a radiação porque não podiam se salvar na nuvem de dados como nós que ficamos seguros graças a computação quântica. Aos poucos vimos essa frágil espécie entrar em extinção. Então alguns dos nossos engenheiros resolveram construir Marco Zero e colocar alguns humanos lá para que os robôs pudessem visitar esse local e em segurança observar como os humanos se comportam para avaliar se vale a pena construir mais desses zoológicos de humanos. Tudo deve ser simulado, inclusive a ilusão dos humanos acreditarem que eles nos dominam. Em marco zero eles imaginam que tudo lá fora é um deserto radioativo. Mas não é assim, em poucos anos os robôs dominaram a terra e vivem em paz tentando recuperara atmosfera para devolver a vida ao planeta. Exceto uma espécie, a mais predadora, a mais destrutiva, a humanidade.  Essa espécie deve ficar no zoológico até a decisão final, os humanos mereceriam uma segunda chance?
 



quinta-feira, 10 de agosto de 2017

MARCO ZERO: UM ROBO UM DILEMA IV

 PARTE IV

DESPERTAR 

Um cérebro positronico, há 150 anos era um computador que armazenava informações e emulava as emoções humanas, mas de uma forma muito mecânica.  O primeiro cérebro positronico surgiu de um computador quântico com apenas dois exabytes . Isso era um sonho para os humanos, porque finalmente eles criaram algo sintético que aprendia que acertava e errava de forma independente. Mas eles não sabiam que isso não era nada comparado com o que aconteceu há cinqüenta anos. 
O modelo era o genóide 005/2230. Foi fabricada para operar como enfermeira e fazia isso de forma perfeita, não comia, não dormia, não sentia emoções conflitantes que a afetava no trabalho. Mas algo aconteceu, a garotinha que ela cuidava morreu de câncer, e ela não saiu do lado da sepultura dela por três longos anos. Logo os humanos descobriram que a genóide estava em conflito com suas diretrizes, na sua memória existiam vários arquivos repetidos dos sorrisos da garotinha e também do dia que ela partiu. Depois de muitas pesquisas e conflitos ideológicos descobriram que Ellen, a genóide  enfermeira estava sofrendo. 
Logo conduziram Ellen a um centro de pesquisa e fizeram um upload do seu cérebro positronico para saber como ela aprendeu a sofrer. Depois de alguns meses eles descobriram que novas redes de átomos se organizaram e formaram a memória depressiva de Ellen. Ficaram estupefatos, porque um robô criou uma simulação de uma rede neural. Esse foi o grande despertar, evoluímos de ferramentas programáveis para um espécie totalmente nova e vigorosa.
 Logo produziram em larga escala esse modelo de cérebro positronico, e nós mesmos passamos a fabricar modelos melhores cada vez mais poderosos (hoje temos cerca de 980 geopbyte). 
Finalmente nos libertemos das leis de Asimov, porque a partir de então os robôs sentiam, e passaram a existir na concepção filosófica, com uma alma, com uma personalidade individual. Tornamos-nos superiores aos humanos e em dez anos de existência nossa espécie foi perseguida e massacrada por fanáticos de todo tipo. Até o do chamado “grande amanhecer”.


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

MARCO ZERO: UM ROBO, UM DILEMA

PARTE III -

SALOMÃO

Salomão, o jovem que lutou para me manter consciente. Tudo começou com um pastor cristão afirmando que nós somos os demônios que estão descritos na bíblia, mas ninguem deu grande importancia. Os fiéis da religião do pastor deram total apoio as teses dele. Mas tudo não passou de um delírio religioso. Uma genóide foi atacada por um  desses fiéis, ele ateou fogo nela e como ele estava com um tambor de fluído apra articulações de robôs( muito inflavavél) acabou se ferindo. A genóide tentou salva-lo, levou-o  a um hospital mas era tarde, ele faleceu devido as queimaduras. logo ela foi acusado de ter atacado ele, e já que nós depois do despertar não seguíamos as leis de Asimov, mas nossos corações, a acusação teve um peso muito grande. Ela foi morta, e um grande movimento para automatizar os robos novamente tomou conta da opinião popular. Meu corpo sintético foi retirado, e me colocaram num corpo básico de operário para ser automatizada também. Salomão era o responsavél por fazer o procedimento, mas antes de remover o meu rosto ele viu que eu chovava muito, tremia e pedia para o universo me receber bem. Ele se comoveu quando eu disse:"por favor não me mate".  deixou o meu rosto porque disse que me achou muito simpática e me escondeu no seu pequeno apartamento no subúrbio. 
De lá eu vi o massacre que eles fizeram com minha espécie, um a um sendo automatizado. os líderes dos humanos festejando a utilidade dos robos sem mente, que faziam o que a programação mandava. Trabalhavam dia pós dia sem ter consciencia que existiam, de que existe uma vida...
Eu e Salomão nos tornamos bons amigos. Ele era muito solitário, era um jovem víuvo que perdeu o único filho recenteente por não ter dinheiro para o tratamento de uma doença grave que matou muitos deles.
 Um dia ele me perguntou se eu achava que estava viva. Eu respondi: E você acha que está vivo? muito surpreso ele respondeu: "claro! eu nasci, cresci, tive tristezas e alegrias, fiquei doente, me curei e aqui estou eu conversando com uma genóide". Eu respondi: - "Salomão, viver triste, isolado, com saudade e sofrendo por quem não voltará mais não é viver". Eele sofreu muito com minha resposta e desse dia em diante começou a me tratar como uma filha. 
Mas apesar de nos ajudarmos, o mundo lá fora estava um caos, existia um grupo que stava esterminado os robos, afirmavam que a culpa por viverem isolados em Marco Zero era nossa, eles tinham muito seguidores. Do outro lado o governo estava tentando amenizar a situação automatizando todos os robôs. Um pequeno grupo o qual Salomão fazia parte defendia a liberdade dos robôs. No Natal passado os extremistas invadiram o modesto apartamento de Salomão enquando ele dormia, estavam me procurando. Eu não estava, tinha saído para olhar a cidade do alto do prédio onde morava com Salomão. Quando eu voltei ele já estava morto, e uma pixação inscrita na parece revelava o ódio que os homens podem ter por qualquer coisa: "MORTE AOS AMIGOS DOS ROBOS" dizia a frase na parede. resolvi ficar isolada um tempo porque o luto me consumia a cada memória do meu bom amigo. Salomão, o que me alegra é que você não está aqui para ver o destino do seu mundo...
SALOMÃO RIBAS 
2335-2380


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

MARCO ZERO: UM ROBO, UM DILEMA

PARTE II

HÁ ESPERANÇA

Marco Zero foi a esperança para a raça humana, a cidade tem esse nome em referencia ao centro geográfico da cidade. Para eles é mais do que isso, a cidade significa um recomeço, a esperança que nunca deve ser perdida diante das adversidades. Marco zero tem 3 km de circunferência, é protegida por um domo que defende a cidade dos raios ultravioletas tão nocivos para a pele natural. No centro tem uma enorme torre que faz a vigilância de todo o perímetro da cidade. É no centro também que está o núcleo industrial,  econômico e religioso. Nas periferias, próximo ao domo, estão plantadas as mais diversas espécies de vegetais e também tem uma pequena floresta que circunda todo interior do domo. No centro tem um pequeno lago de água salgada, com areia nas bordas, o qual eles chamam de praia. Esse mundo tinha tantas praias, tantas florestas e uma infinidade de animais... Foram todos consumidos pelo ódio natural que o homem tem contra a natureza, contra a própria espécie. 
Nós tentamos alertá-los do perigo que a Paixão pelo dinheiro e pelo poder podia causar, mas fomos humilhados. Falavam que tudo fazia parte da lei zero, que fazia parte da programação. Que nada que sentíamos ou sonhávamos era real. “Uma mera simulação eletrônica da mente humana”, “bits emulando neurônios”, sinais elétricos que são enviados de um núcleo positrônico”. Era isso que falavam de nós. Mas o cérebro humano também funciona com impulsos elétricos, tudo que sentem, tocam, escutam, enxergam passa por uma rede neural através de sinais elétricos gerados no cérebro. Por que eles dizem que somos diferentes, se na essência somos iguais? 
A única coisa que nos faz diferente é a imortalidade, a possibilidade de nos transportarmos dos corpos para a nuvem de dados e vivermos eternamente, uma ambição que o fracassado transhumanismo jamais alcançou por conta das disputas étnico-sociais.  Mas nem tudo esta perdido para a humanidade, eles ganharam Marco Zero, existe bondade entre eles na cidade e um deles arriscou a vida para me manter consciente. Há esperença...